Ganhei este livro de uma colega da UNIFESP durante um coffee break na Pinacoteca de Santos, que a professora Deborad organizou para encerrar nosso módulo: Literatura e Psicologia, no ano passado. Cada um tinha que oferecer um livro a um colega, fizemos um sorteio e fiquei com ele. A leitura foi uma mistura gostosa de questionamento e intrigas ao redor da morte numa ilha misteriosa. Recomendo-o aos curiosos que têm coração firme para respirar o ar do suspense.
Ganhei esta obra de uma amiga querida, Nathalie Dessatre, professora aposentada da UFPR, que participou desse projeto como orientadora e na revisão e correção da tradução, durante uma das minhas visitas a Curitiba.
A leitura nos abre uma janela para um período da civilização africana que, por muito tempo, foi silenciado pelo olhar ocidental.
Recomendo este livro aos leitores curiosos, que desejam explorar o mundo para além dos mitos gregos — não por confronto, mas pela busca sincera da verdade.
Livro de negócio / Best Seller / Mais de 500 mil exemplares vendidos / Versão portuguesa
Comentário do doador: Carlile M.D Cérilia
Meu irmão Russel me deu este livro quando se mudou para o Canadá, há um ano. Ao recebê-lo, o título me pareceu moderno e interessante, mas vago. E, ao lê-lo, tive a mesma sensação, de forma bastante objetiva.
Por outro lado, trata-se de um best-seller que já foi lido por mais de meio milhão de leitores. Talvez você encontre mais sentido nessa leitura do que eu encontrei.
O livro tem marcas de leitura feitas pelo meu irmão.
Fui à Casa das Culturas de Santos, em um belo dia, que as pessoas do projeto Leia Santos estavam lá, uma biblioteca itinerante que adotei o livro. O poeta Flávio Viegas Amoreira estava presente e me incentivou a adotá-lo, dizendo que Machado de Assis é um autor brasileiro que, sendo estrangeiro no Brasil, eu deveria conhecer.
É um pequeno texto de oitenta páginas cuja leitura intriga. Ao final, me fiz uma pergunta: quem são aqueles que chamamos de loucos em uma cidade em plena efervescência estrutural?
Recomendo essa leitura aos curiosos que gostam de questionar o mundo para encontrar seu lugar nele.
Eu sou o autor do livro e quero divulgá-lo. A história é ficção, mas mistura-se com a realidade. Considero interessante e quero compartilhar. Espero que gostem.
E o escrevi.
Do autor: Deixe-se levar ao responder, pois isso facilitará o fluxo do que já está dentro de você. Assim, poderemos aproveitar melhor sua experiência para orientar e facilitar a escolha da(s) pessoa(s) que irá(ão) adotar seu livro.
Decidiu doar:
Para divulgar minha obra e tocar pessoas.
A história é envolvente.
Recomendo o livro para jovens , mas, na verdade, para pessoas de qualquer idade que acreditam num futuro melhor.